.......................................................... 7
.............................................................. 9
QUE É PESQUISA ACADÊMICA ............................11
A PESQUISA NA INSTITUIÇÃO ..................................13
DE PESQUISA ..........................................15
de identificação ...........................................15
Tema .....................................................................15
Problema ...............................................................15
de termos do problema............................16
ou questões de pesquisa .........................16
...............................................................16
Justificativa...........................................................17
Abordagem teórica..................................................17
...........................................................18
Cronograma .........................................................19
Orçamento ...........................................................19
Referências bibliográficas .....................................20
consultada ........................................20
COMENTADA ...................................23
BIBLIOGRÁFICAS ...............................31
A - Roteiro de Plano de Atividades BIC ...........33
de Relatório de Atividades BIC ......34
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO
INTRODUÇÃO
1 O QUE É PESQUISA ACADÊMICA
2 A PESQUISA NA INSTITUIÇÃO
3 PROJETO DE PESQUISA
3.1 Dados de identificação
3.2 Tema
3.3 Problema
3.4 Definição de termos do problema
3.5 Hipóteses ou questões de pesquisa
3.6 Objetivos
3.7 Justificativa
3.8 Abordagem teórica
3.9 Metodologia
3.10 Cronograma
3.11 Orçamento
3.12 Referências bibliográficas
3.13 Bibliografia consultada
4 BIBLIOGRAFIA COMENTADA
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ANEXOS
1 ANEXO A - Roteiro de Plano de Atividades BIC
2 ANEXO B - Roteiro de Relatório de Atividades BIC
6
7
APRESENTAÇÃO
Entendemos por pesquisa a atividade básica
da Ciência na sua indagação e construção
da realidade. É a pesquisa que alimenta
a atividade de ensino e a atualiza frente à
realidade do mundo. Portanto, embora seja
uma prática teórica, a pesquisa vincula pensamento
e ação. Ou seja, nada pode ser intelectualmente
um problema, se não tiver
sido, em primeiro lugar, um problema da vida
prática. As questões da investigação estão,
portanto, relacionadas a interesses e circunstâncias
socialmente condicionadas. São
frutos de determinada inserção no real, nele
encontrando suas razões e seus objetivos1 .
O conhecimento científico desenvolvese
com base na prática de pesquisas que adotam
procedimentos metodológicos rigorosos.
Para além do rigor formal, porém sem dispensá-
lo, esse tipo de conhecimento sempre contou
com importante dose de ousadia e de criação
por parte daqueles que o produzem.
O presente caderno trata de um roteiro
sobre como organizar a fase inicial da investigação
científica: a elaboração de um projeto de pesquisa.
O investigador poderá inspirar-se nele para
transformação de uma preocupação ou dúvida
em indagação intelectualmente elaborada.
1
MINAYO, Maria C. de S. Pesquisa Social: teoria, método e
criatividade. 3ª ed. Petrópolis: Vozes, 1994, p. 17.
8
9
INTRODUÇÃO
O presente Caderno de Pesquisa tem
por finalidade orientar estudantes de graduação
e de pós-graduação na elaboração de
projetos de pesquisa. O roteiro proposto é resultado
do estudo de um grupo de professores
do UniRitter, objetivando contemplar diretrizes
do método científico e necessidades
concretas das áreas do conhecimento e dos
cursos na Instituição.
O caderno está organizado em quatro
partes. As duas primeiras partes tratam,
com brevidade, de características fundamentais
da pesquisa acadêmica, bem como da
pesquisa na Instituição. A terceira parte apresenta
o roteiro para elaboração de projeto de
pesquisa. Na quarta parte, sugere-se uma
bibliografia comentada sobre a pesquisa científica
e sobre a elaboração de projetos.
Por fim, são apresentados dois anexos.
O ANEXO A contém o Roteiro para elaboração
de Plano de Atividades do Bolsista,
quando a Bolsa de Iniciação Científica – BIC
- for derivada de um projeto de pesquisa docente.
O ANEXO B expõe o Roteiro para elaboração
de relatório de atividade de Iniciação
Científica, para casos em que esta for
10
2 O Regulamento da Pesquisa Institucional/UniRitter esclarece
que a atividade de Iniciação Científica pode ser de iniciativa
docente ou de estudantes, orientada, respectivamente, por
Professores na condição de Pesquisadores ou de Tutores. No
primeiro caso, o projeto de pesquisa deve ter sido proposto
pelo docente e o estudante participa com base no Plano de
Atividades específico. No segundo caso, o estudante propõe a
problemática de pesquisa, elaborando um projeto que tem por
base o roteiro apresentado neste Caderno.
oriunda de um projeto docente ou para situações
em que a iniciativa for do estudante2.
11
1 O QUE É PESQUISA ACADÊMICA?
A pesquisa acadêmica é a que tem por
base o método científico e caracteriza-se pela
produção desenvolvida na instituição universitária
(academia). Esse tipo de pesquisa definese
como um processo de busca de conhecimento
a partir de instrumentos e metodologias, com
a função de qualificar ou acrescentar novos
conhecimentos e pontos de vista sobre determinados
aspectos da realidade, tomados como
problemas de investigação.
A atividade de pesquisa científica, utilizada
como princípio educativo, pode ser um
recurso para a produção de aprendizagens em
sala de aula, desenvolvendo a compreensão de
disciplinas e conteúdos. Pode resultar em relatórios,
monografias, ensaios, entre outras modalidades,
qualificando o conhecimento acadêmico
do estudante.
Por outro lado, a pesquisa científica envolve,
precipuamente, a investigação sistemática,
exigindo aprofundamento teórico-metodológico,
com vistas a responder determinadas questões
que se oferecem como problemas à compreensão
de um fenômeno da realidade. Ela é uma
atividade fundamental para construção de conhecimentos
novos e para o ensino.
12
13
2 A PESQUISA NA INSTITUIÇÃO
O UniRitter investe na pesquisa porque
entende que a vida acadêmica cresce em
qualidade quando vincula ensino, pesquisa e
extensão. A pesquisa qualifica o ensino,
juntamente com a extensão, tornando-o
Educação Superior, já que ensinar é também
construir conhecimento.
A pesquisa no UniRitter é desenvolvida
em convergência com os focos dos cursos3 de
graduação e de pós-graduação. Os docentes
pesquisadores e os estudantes, na condição de
bolsistas de Iniciação Científica, desenvolvem
atividades de pesquisa em torno de temas que
contribuem para o aprimoramento da atividade
de ensino na Instituição.
A atividade de pesquisa na Instituição
está organizada em três modalidades, que possuem
como referencial comum a idéia de pesquisa
acadêmica. Pratica-se a pesquisa docente,
a iniciação científica e a pesquisa vinculada
ao ensino. A primeira consolida-se através de
linhas de pesquisa e dá continuidade à explo-
3 Foco do curso é o núcleo aglutinador em torno do qual se
organizam os conhecimentos privilegiados pelo curso e
articulados entre si, os quais relacionam-se diretamente com o
projeto pedagógico do curso.
14
ração de temáticas e metodologias que proporcionam
conhecimentos novos.
A iniciação científica permite a formação
inicial do estudante na prática de pesquisa.
É vinculada ao projeto de pesquisa docente
ou, num segundo tipo, pode ser proposta pelo
estudante, desde que esteja vinculada a atividades
de ensino desenvolvidas no curso de graduação.
Nesse caso, o orientador poderá ser
um professor-tutor.
A pesquisa vinculada ao ensino é desenvolvida
no âmbito da sala de aula e é entendida
como um princípio educativo e de construção
de conhecimentos por parte do estudante.
Nesse caso, privilegia-se o uso de metodologias
e de recursos da pesquisa acadêmica
para as atividades propostas em sala de aula,
culminando com prática de investigação e relatos
sobre o objeto investigado. A realização das
três modalidades de pesquisa permite avanços
expressivos na vida acadêmica da Instituição.
15
3 PROJETO DE PESQUISA
Na seqüência são apresentados os
elementos básicos que compõem um projeto de
pesquisa.
3.1 Dados de Identificação
Título
Autor
Curso
3.2 Tema ou assunto
A definição do tema é de fundamental
importância para dar o foco da investigação. A
partir da escolha do tema e sua posterior delimitação
a pesquisa passa a tomar corpo e estrutura.
A delimitação do tema é o enquadramento
do mesmo nas suas possibilidades operacionais.
Quanto mais delimitado o tema, mais
factível se torna e todo o desenvolvimento posterior
da pesquisa flui positivamente.
3.3 Problema
Também conhecido como ‘questão de
pesquisa’, o problema é o cerne da investiga16
ção. Tudo passa pela resposta ao problema. Entretanto,
formulá-lo não é fácil, é preciso ter conhecimento
preliminar do tema. Para formular
uma ‘questão de pesquisa’ é preciso, naturalmente,
conhecer o assunto para, inclusive, formular
as hipóteses que potencialmente vão responder
ao problema. Para tanto, o conhecimento
bibliográfico do tema é indispensável, bem como
a indicação da teoria que guiará a investigação.
3.4 Definição de termos do problema
Esclarece o significado dos termos do
problema, tomando por referência a abordagem
teórica.
3.5 Hipóteses ou questões de pesquisa
As hipóteses, mais utilizadas na pesquisa
quantitativa, são prováveis respostas ao
problema. As questões de pesquisa, próprias
dos estudos qualitativos, são perguntas desdobradas
a partir do problema formulado.
3.6 Objetivos
Dividem-se em geral e específicos. Referem-
se ao rumo da pesquisa ao indicar o que
17
se pretende investigar. O objetivo geral tem uma
visão panorâmica de todo o processo a ser percorrido.
Já os objetivos específicos, dado o seu
pluralismo, ocupam-se dos detalhes que, bem
conduzidos, auxiliam nas respostas ao problema
de pesquisa.
3.7 Justificativa
A justificativa esclarece por que fazer a
pesquisa e até onde ela pretende chegar. Justificar
significa elencar as razões que nos levam
a estudar algo, tendo como referência os
motivos individuais, os de interesse da ciência
e os de relevância social. Apresenta a discussão
da viabilidade operacional para o desenvolvimento
do projeto.
3.8 Abordagem teórica
A teoria consiste em um conjunto de
afirmações e princípios a partir dos quais algum
objeto pode ser compreendido de forma
ampla e coerente. A teoria está ligada à metodologia,
pois orienta o caminho da análise
e, em grande medida, condiciona os resultados,
embora não possa ser encarada como a
explicação completa e definitiva sobre aquilo
18
que se investiga. Ao contrário, a teoria é um
instrumento que serve para questionar, problematizar,
descobrindo sempre novos ângulos
de abordagem do objeto. Situar-se claramente
dentro de uma campo de referência
teórica é importante ao pesquisador para que
saiba das possibilidades e dos limites de sua
investigação.
3.9 Metodologia
A metodologia define o tipo de pesquisa
que se pretende fazer e os pressupostos
teórico-metodológicos que se pretende utilizar,
estabelecendo o seu delineamento. É fundamental
que a revisão bibliográfica já esteja
concluída para que a abordagem metodológica
da pesquisa fique bem encaminhada.
Deve-se ligar o suporte teórico-metodológico
às técnicas que permitam a coleta de informações
e a sua análise. Além disso, é necessário
indicar as fontes primárias (população,
amostra, corpus, etc.), ou seja, onde são coletados
os dados e quais os instrumentos a
ser utilizados na busca e na análise dos mesmos.
Questionários, roteiros para entrevistas
e para observações, ainda que preliminares,
devem ser anexados ao projeto.
19
Levantamento e
revisão da
bibliografia
Elaboração dos
instrumentos de
pesquisa
Coleta de
dados
Análise e
discussão dos
dados
Redação do
relatório
Redação final
Ano Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
3.10 Cronograma
Delineia a seqüência da investigação,
mostrando procedimentos e períodos de execução,
conforme o modelo abaixo.
3.11 Orçamento
O orçamento é a relação dos recursos
técnicos, materiais e humanos, bem como dos
serviços necessários à pesquisa. Os recursos
materiais devem ser apresentados em três categorias:
materiais permanentes; materiais de
20
consumo e serviços. São materiais permanentes:
livros, máquina fotográfica e gravadores,
utensílios de desenho, softwares, equipamentos
de informática, etc. Materiais de consumo:
papéis necessários para impressões, cartuchos
de tinta para impressora, filmes fotográficos,
pastas, arquivos, canetas, etc. Serviços: cópias,
encadernações, impressos gráficos, despesas
de locomoção e estadia, etc.
Os recursos humanos também devem
ser listados: número de integrantes, número
de horas dedicado à pesquisa, passando por
outros serviços que, porventura, sejam necessários
(tradução, digitação, consultoria de profissionais
de áreas diversas, etc.).
3.12 Referências bibliográficas
São as referências citadas no texto do
projeto. As regras segundo as quais as obras
são referenciadas obedecem à orientação da
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas
– e constam no Manual de Normalização
do UniRitter.
21
3.13 Bibliografia consultada
Lista de fontes bibliográficas que inspiram
a proposta de pesquisa e que poderão ser
usadas no desenvolvimento da mesma.
22
23
4 BIBLIOGRAFIA COMENTADA
CAMPELLO, Bernardete Santos; CEDÓN, Beatriz
Valadares; KREMER, Jeanette Marguerite.
Fontes de Informação para Pesquisadores
e Profissionais. Belo Horizonte: Ed UFMG,
2000.
É uma obra de cunho técnico e com informações bastante
importantes sobre pesquisa, bibliografia especializada
e leitura científica. É recomendada para pesquisadores
mais experientes e no final do livro há uma
importante e útil relação de sites de pesquisa de instituições
especializadas no mundo inteiro.
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino.
Metodologia Científica. 4. ed. São Paulo:
McGraw-Hill do Brasil, 1996.
Apresenta as noções fundamentais para a elaboração
de projetos de pesquisa, numa visão simplificada
e prática. Livro bastante usado na graduação pela sua
condição simples de apontar os elementos essenciais
da estrutura da pesquisa.
ECO, Humberto. Como se faz uma Tese. São
Paulo: Perspectiva, 1988.
Obra clássica da metodologia para a elaboração de
trabalhos de pesquisa, monografias, dissertações, teses
e projetos bibliográficos ou outros da mesma natureza.
Leitura indispensável para quem quer aprofundar-
se no conhecimento científico.
24
EINSTEIN, Albert. Como vejo o mundo. 15.
ed. Rio de Janeiro : Nova Fronteira, 1981.
Aponta a sua concepção teórica acerca de vários temas
fundamentais do conhecimento científico. Abre
os horizontes da concepção da própria pesquisa e da
construção do conhecimento.
FREIRE-MAIA, Newton. A ciência por dentro.
Petrópolis: Vozes, 1991.
Obra de muita importância, pois discute as diferentes
concepções do que significa ciência. Apresenta a estrutura
do conhecimento científico e suas mais diversas
concepções.
GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa
moderna. 14. ed. Rio de Janeiro : Fundação
Getúlio Vargas, 1989.
Mais um clássico para quem tem necessidade de compreender
os próprios mistérios da escrita. Não se constrói
nenhum projeto de pesquisa sem noções fundamentais
de uma boa escrita.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos
de Pesquisa. São Paulo: Atlas, 1987.
Talvez seja uma das obras nacionais mais simples e
completa sobre a elaboração de projetos de pesquisa.
Por suas múltiplas edições percebe-se a sua aplicabilidade
e importância na elaboração dos projetos de
pesquisa.
25
GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas de
Pesquisa Social. São Paulo: Atlas, 1987.
Apresenta métodos e técnicas de construção de pesquisas
na área do conhecimento social. É preciso identificar
as principais metodologias de estudo para a
compreensão da realidade em que nos encontramos
inseridos, a fim de realizar uma leitura mais próxima
de nossa percepção.
HÜHNE, Leda Miranda (org.). Metodologia Científica.
6. ed. Rio de Janeiro: Agir, 1995.
Outra obra nacional de importância por sua simplicidade
e a utilização de pequenos textos clássicos para
exemplificar suas idéias. Apresenta os diferentes níveis
de conhecimento, omitindo alguns deles.
JOHANN, Jorge Renato (coord.). Introdução ao
Método Científico: conteúdo e forma do conhecimento.
Canoas: ULBRA, 2002.
A obra apresenta os diferentes níveis de conhecimento
humano, a estrutura básica do projeto de pesquisa
e as Normas Técnicas da ABNT.
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia
Cientifica. 3. ed. Caxias do Sul/Porto
Alegre: UCS/EST, 1979.
Professor da Universidade de Caxias do Sul e estudioso
dos princípios do conhecimento científico, desenvolve
com sabedoria todos os passos fundamentais do
conhecimento científico, do projeto e de elementos teóricos
da pesquisa.
26
LAKATOS, Eva Maria, MARCONI, Marina de
Andrade. Fundamentos de metodologia científica.
3. ed. São Paulo: Atlas, 1995.
É difícil algum aluno de graduação, nas diversas áreas
do saber, não ter estudado Lakatos e Marconi. Portanto,
trata-se de uma obra básica da literatura sobre
a pesquisa no Brasil.
LAKATOS, Eva Maria, MARCONI, Marina de
Andrade. Metodologia Científica. 2. ed. São
Paulo: Atlas, 1992.
Dentro da abordagem dos clássicos, esta obra apresenta,
de forma bem completa, a estrutura possível
de uma investigação e seus principais pressupostos.
LEITE, Eduardo de Oliveira. A monografia jurídica.
Porto Alegre: Fabris, 2003.
Embora restrita à área jurídica, deve-se ressaltar a
importância desta obra por ser atenta e esclarecedora
quanto às minúcias operacionais. O autor preocupou-
se com detalhes como notas de rodapé e citações
variadas. Os exemplos colocados na obra e o rigor servem
para todas as áreas e níveis de conhecimentos.
LUCKESI, Cipriano et al. Fazer universidade:
uma proposta metodológica. 5. ed. São Paulo:
Cortez, 1989.
Produz uma abordagem um pouco mais ampla da universidade
e da pesquisa, principalmente através de
dois artigos importantes: um filosófico e outro científico
sobre a construção do conhecimento.
27
POPPER, Karl R. Em busca de um mundo
melhor. 2. ed. Lisboa: Fragmentos, 1989.
Autor contestado por suas idéias ao longo do tempo,
mas que nesta obra faz uma revisão fundamental
de suas crenças e da concepção do próprio conhecimento.
Leitura indispensável.
REINEHR, Hilda Maria Fiúza Abras (Coord.).
Normalização do Trabalho Acadêmico. Porto
Alegre: Ritter dos Reis, 2002.
Manual para a elaboração do trabalho científico
contendo as normas da ABNT, com exemplificação
de usos. A obra é adotada pelo Centro Universitário
como padrão orientador da produção
científica.
RUDIO, Frantz Victor. Introdução ao projeto
de pesquisa científica. 19. ed. Petrópolis: Vozes,
1995.
A percepção de Rúdio sobre a pesquisa é semelhante
a Lakatos, Cervo e Bervian e tantos outros que retratam
concepções fundamentais do conhecimento
científico (ver p. 23 e 26).
SEVERINO, Antônio Joaquim. 14. ed. Metodologia
do trabalho científico. São Paulo: Cortez,
1986.
Outra obra que poderá subsidiar os alunos na confecção
de seus trabalhos dentro de uma visão mais
simplificada do conhecimento científico.
28
SIERRA BRAVO, Restituto. Tesis doctórales
y trabajos de investigación científica. 2. ed.
Madrid: Paraninfo, 1988.
Esta é uma obra clássica da metodologia científica.
Fundamental para os alunos que buscam profundidade
e abrangência em seus estudos. Não temos ainda
a versão para a língua portuguesa.
THIOLLENT, Michel. Metodologia da Pesquisa-
Ação. 4. ed. São Paulo: Cortez, 1988.
Dentro das diferentes tipologias de pesquisa, encontra-
se a pesquisa-ação. A melhor abordagem sobre esta
temática, sem dúvida, encontra-se nesta obra.
THUMS, Jorge. Acesso à Realidade. Porto Alegre/
Canoas: Sulina/ULBRA, 2000.
Apresenta uma discussão sobre a Formação da Consciência
Crítica, os Pressupostos do Conhecimento Científico,
a importância do ato de ler e de estudar, a
construção de Projetos de Pesquisa, Estágios e Relatórios,
bem como a formatação de textos através do
editor Word dentro das Normas da ABNT.
TRIVIÑOS, A. N. Introdução à Pesquisa nas
Ciências Sociais. São Paulo: Atlas, 1987.
A obra do professor Triviños é conhecida de todos
os pesquisadores no Rio Grande do Sul e pelo resto
do país. Auxiliou muitos estudantes com suas idéias
e prática de construção do conhecimento. Obra
de muita importância na estruturação teórica das
investigações.
29
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca
Central. Normas para apresentação
de trabalhos: Livros e Folhetos. 4. ed. Curitiba:
Editora da UFPR, 1994, v. 1-8.
São oito volumes de aplicabilidade das Normas Técnicas
da ABNT. Quem gosta de estrutura e normas deve
adquirir este material.
30
31
REFERÊNCIAS BILBIOGRÁFICAS
MINAYO, Maria C. de S. Pesquisa Social: teoria,
método e criatividade. 3ª Ed. Petrópolis:
Vozes, 1994, p. 17.
REINEHR, Hilda Maria Fiúza Abras (Coord.)
Normalização do Trabalho Acadêmico. Porto
Alegre: Ritter dos Reis, 2002.
THUMS, Jorge. Acesso à Realidade. Porto Alegre/
Canoas: Sulina/ULBRA, 2000.
Roteiro de Plano de Atividades para Bolsistas de Iniciação Científica
- Para plano vinculado a projetos de pesquisa docente -
1 Título do Projeto
2 Linha de Pesquisa
3 Professor responsável
4 Resumo
5 Objetivos do Projeto de Pesquisa Docente
6 Atividades dos Bolsista
7 Metodologia para o desenvolvimento das atividades
8 Cronograma
9 Data e assinatura do(s) Bolsista(s) e do Professor Orientador
Pró-Reitoria de Pesquisa e Extensão
Programa Institucional de Pesquisa
Programa Institucional de Iniciação Científica
ANEXO A
Pró-Reitoria de Pesquisa e Extensão
Programa Institucional de Pesquisa
Programa Institucional de Iniciação Científica
Roteiro para o relatório de atividades de bolsista de iniciação científica
1 Dados de Identificação
Do Professor Pesquisador ou Professor Tutor
a. Nome:
b. Título do Projeto Docente (se for o caso):
c. Linha de Pesquisa:
Do Bolsista:
a. Nome:
b. Curso:
c. Período de vigência da bolsa
2 Resumo
3 Introdução
4 Objetivos atingidos e não atingidos
5 Metodologia
6 Resultados obtidos, considerando o Plano de Atividades
7 Conclusões a partir do conhecimento obtido e do desempenho no Projeto
8 Referências bibliográficas (bibliografia utilizada e citada no relatório)
9 Anexos
10Assinaturas do Bolsista
11Parecer do Bolsista pelo Orientador